O teu canto é turvo
O teu sonho, insolúvel
Moldado por mãos
Um tanto volúveis...
O teu riso é fugaz
O teu sonho, insolúvel
Riscado em carvão
Pedra, papel,durável
O teu sonho insolúvel
Resiste aos ventos, às ondas, ao tempo
O teu sonho insolúvel
Em água mergulha
Decanta, mas resiste...
O teu sonho insolúvel
Parece invísivel e sem forma
Mas os que o carregam
Sabem o gosto que tem
O teu sonho insolúvel
Tem sabor de liberdade.
Ângela Pereira.
07 de outubro de 2010.
A poetisa registrou nos seus rascunhos: Está liberado o carpe-diem! Enquanto a liberdade não chega. Por Ângela Pereira.
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