(Sessão em que vereadores de João Pessoa aprovaram a portas fechadas a permissão em lei para criação das Organizações Sociais em João Pessoa- Fórum Paraibano em Defesa do SUS e contra as privatizações- Setembro/2011)
(Ato do dia do meio ambiente contra a implantação do Complexo Industrial da Cerâmica Elizabeth nas terras dos índios Tabajaras- Mucatu sitiado- Julho/2012- Assembléia Popular-PB)
Dentre algumas vantagens da internet tem-se a aproximação de pessoas com ideais semelhantes. Ela aproxima pela busca da liberdade, pelo gosto pela poesia, pelo regionalismo,pela simplicidade e pela luta feminista. E eis que com uma força, sensibilidade e criatividade inspiradora encontro uma poesia da Fulô Ivanessa Catingueira no blog da MMM. Meses antes essa luta fez nos encontrarmos na Cúpula dos Povos onde trocamos algumas palavras de incentivo pela construção do feminismo a partir da formação de um coletivo feminista a vir a se tornar um núcleo da Marcha Mundial das Mulheres no sertão de São Francisco/ BA.
Que sensação boa... O feminismo anti-capitalista está se espalhando pelo Brasil e pelo mundo.
Mulheres quando reunidas Se reconhecem na face da outra. Tantas histórias severinas marcadas Pela opressão patriarcal. Mãos calejadas Corpos ensanguentados Olhos marejados de dor.
Gemidos que tramam a resistência Olhares de búzios e malês Bocas que anunciam a REBELDIA. Explodem GRITO de revolta Virado em furação.
As Mulheres perderam a PACIÊNCIA.
Colocam blocos, corpos caras, cores e dores na rua. Empurram a opressão Pra praças, becos, campos e vielas O batuque do tambor denuncia Cada minuto de dor outrora calado, sufocado, privado.
Na roda nagô A sabedoria das mães de santo Reascende o caminho De luta, de comando Trilhado pelas matriarcas ancestrais.
Mulheres auto-organizadas (a auto-organização é nosso escudo) na mesma cadência compassada Despidas, de pés no chão. Suas vozes metralham balas de esperança na terra Tecem de fio lilás Com o pretume das veias afro indígenas latinas O novo mundo.
Cada vez mais sedentas por vida Famintas de LIBERDADE Continuaremos em marcha Pisando em praça de guerra Em trincheira de batalha Desmascarando o patriarcado Desmontando o capitalismo Até que se desfaçam em pó.
Um batalhão de outras Dandaras, Dinalvas, Felipas,Tuíras, Heleniras,Zeferinas, Zapatistas, Mahins… De candeeiro na mão Tocarão fogo no mundo Reascendendo a chama de força Pra forjar a Revolução!
Feminismo da luta de classes Feminismo por necessidade.
*Ivanessa Catingueira é militante da MMM no Sertão do São Francisco/BA
Cada dia mais eu me orgulho de ter nascido mulher. Entrar em contato com histórias de mulheres que não se permitem a condição de submissas, não sem dor, traz-me tanta força.
É desse jeito que me senti hoje ao assistir o filme da roteirista, ilustradora e autora de livros infantis iraniana Marjane Satrapi. Que história de vida!
"Marjane Satrapi, nome artístico de Marjane Ebihamis, nasceu em Rasht e cresceu em Teerã, vinda de uma família distinta de uma camada ocidentalizada da sociedade Iraniana. É filha de pais politicamente ativos, contrários a monarquia do Xá, pela crescente repressão das liberdades civis e as consequências da política iraniana na vida cotidiana. Entretanto, com a Revolução Iraniana, e o regime inicial do governo de Ruhollah Khomeini, os pais de Marjane se sentiram intimidados pelos fundamentalistas muçulmanos que estavam no poder.
Os pais de Marjane receavam que a jovem, uma adolescente de 14 anos com muita força de vontade e pouca disciplina, entrasse em conflito com as novas, e rigorosas, regras públicas para mulheres. Eles conseguiram que ela fosse estudar fora do país e em 1983 ela chegou em Viena, Áustria, para frequentar o Liceu Francês de Viena. De acordo com sua autobiografia em forma de novela gráfica, Persépolis, ela ficou em Viena ao longo do Ensino Médio, morando na casa de amigos, em pensionatos e repúblicas estudantis, apesar de ter ficado dois meses desabrigada. Depois de uma crise quase mortal de pneumonia, em decorrência das graves condições de vida, ela acabou retornando para o Irã.
A família Satrapi é de ascendência iraniana (ou azerbaijana) e são descendentes de Nasser al-Din Shah, Rei e Xá da Pérsia, de 1848 até 1896. Sobre isso Satrapi declarou:
"Mas você tem que saber que os reis da dinastia Qajar tiveram centenas de esposas. Fizeram milhares de crianças. Se você multiplicar essas crianças pelas gerações seguintes, pode-se dizer que existem de 10 a 15 000 príncipes [e princesas]. Não há nada de muito especial nisso."
— Marjane Satrapi
Em seguida, ela estudou Comunicação Visual, e posteriormente obteve o mestrado em Comunicação Visual pela Faculdade de Belas artes em Teerã, Universidade Islâmica Azad. Nesta época ela foi a diversas festas ilegais na casa de amigos, onde conheceu Reza, um veterano da guerra do Irã-Iraque. Ela casou com ele aos 21 anos, mas acabou se divorciando cerca de 3 anos depois.
Satrapi, em seguida, mudou-se para Estrasburgo, França. Atualmente ela é casada com Mattias Ripa, um sueco, e mora em Paris, onde trabalha como ilustradora e autora de livros infantis.
Seu trabalho mais recente, de 2010, é "Bordados". O livro fala sobre o ritual pós-almoço na casa da avó de Marjane: enquanto os homens iam fazer a sesta, as mulheres lavavam a louça. Logo depois começava uma sessão cujo acesso só era permitido a elas - o "bordado", que nos é narrado com o humor cortante característico da autora. As mulheres de Marjane buscam a emancipação sexual, mesmo que secretamente, revelando um feminismo mordaz.
Em 2011 dirigiu Frango com ameixas, em parceria com Vincent Paronnaud, também diretor de Persépolis. O filme fala sobre um violinista que perde a vontade de viver depois que seu violino preferido quebra, sem conseguir o repôr devidamente.
Satrapi também é responsável pela arte do álbum Préliminaires do roqueiro Iggy Pop."
Que muitas outras mulheres incríveis retirem suas burcas, seus véus, seus aventais e que quebrem as correntes que nos prendem, porque juntas somos mais fortes.
Ellen
Oléria, cantora, musicista e atriz braziliense, feminista, negra
de voz forte, alegria e talento circulando no sangue e saindo
pelos poros. Tive oportunidade de
assitir ao show
dessa mulher em ocasião da Ação 2010 da Marcha Mundial das Mulheres,
antes do aparecimento noThe Voice Brasil.
Hoje me bateu a vontade de ouvi-la e somar
mais forças. Segue abaixo uma letra e um vídeo de uma das músicas de que gosto bastante.
Medo da vida, desconhecido Nina Simone no meu ouvido Corro de atrevida, não esmorecida Eu sou como o rolamento mortal do crocodilo
Bravura pura em mais de 70kg Independente da cor do meu vestido Esconderijo, creia. eu improviso, veja Eu mesma faço a minha santa ceia. Corre sangue bom na minha veia
Pacificamente violenta Como aranha caranguejeira na teia Eu canto pra que eu nunca esqueça Pra que eu nunca esqueça Pra que eu nunca esqueça
Burca, Marjane enxerga além desse viés Lua, guarda o segredo das marés Nua da cabeça aos pés Luta, um desafio pra fieis
Patriotismo, civismo, nacionalismo Xenofobismo, machismo, racismo Um abismo chama outro abismo Chama outro abismo Chama outro abismo
E eu tô solta na vida Eu tô solta na vida Eu tô, eu tô, eu tô, eu tô
Felicidades, planos pra virada do ano Todo dia é novo e eu vi que a vida na terra tá se acabando Nunca fui disso, mas acradito De vez em quando eu medito
Se existe destino não sei, axé não negocio Nem sempre a morte chega com aviso E eu tô ligada já conheci palma e vaia E no cerrado asfalto é a minha praia
Saúdo a planta e os animais Sabedoria samurai E eu sei que gentileza nunca é demais
Há o que me deixa ainda emocionada O vento, a saia. O vento subindo a saia rodada A chuva que não para E a blusinha dela tomara que caia
As arvores que contavam história arrancadas A casa da gente invadida pela enxurrada Sim eu já vi, se liga aqui. Eu sobrevivi sem pena.
Só a caneta pra registrar O que eu não esqueci. E eu não esqueci que
E eu tô solta na vida Eu tô solta na vida Eu tô, eu tô, eu tô, eu tô
Tô solta na vida Solta na vida Tô solta na vida Solta na vida
Ainda seguindo a temática da postagem anterior, recomendo que assistam
aoFilme Cairo 678.
Um filme baseado na história real de três mulheres ( Fayza, Seba e Nelly) com modos de vidas diferentes no Egito, que
após sofrerem com assédios sexuais e estupros nas ruas de Cairo, no trabalho e dentro das próprias casas, ganham força e realizam ações de
denúncia e de respostas a essas violências, estimulando outras mulheres em situações semelhantes a se rebelarem.
Uma dessas mulheres é Seba, uma jovem moderna que, após ser violentada durante um jogo de futebol, se torna ativista dos direitos femininos e passa a ensinar autodefesa para mulheres.
Dona de casa obediente aos costumes, Fayza é outra vítima do abuso e do preconceito contra mulher. Ela sofre assédio no ônibus que pega diariamente. A terceira mulher é Nelly, uma aspirante a comediante. Ela faz história ao se tornar a primeira mulher no Egito a processar alguém por abuso sexual.
O filme é um drama dirigido por Mohamed Diab e estreiou no Brasil no ano passado.
Temos ouvido tantas histórias na mídia que mostram casos chocantes de mulheres que tem sido violentadas no mundo todo. Chocantes são as histórias dos países do oriente médio em que os casos de assédio e violência sexual, física, psicológica; a desvalorização pela condição de ser mulher, as condições de trabalho são extremamente adversas. Casos em que mesmo as mulheres sendo estupradas são obrigadas a casarem com os estupradores e a ter filhos contra própria vontade.
No Brasil, estamos prestes a ver avançar em forma de lei o conservadorismo ainda maior sobre a vida das mulheres. Aprovado na Comissão de Finanças e Tributação, no dia 05 o Projeto de lei PL (489/2007) conhecido como Estatuto do Nascituro, elaborado pelos Ex-deputados Luiz Bassuma (PV-BA) e Miguel Martini ( PHS-MG). Agora o mesmo será submetido a comissão de constituição e justiça.
O movimento feminista considera este projeto um retrocesso para a vida das mulheres brasileiras. É verdade que a nossa condição de vida melhorou em relação a de outros países como os que estão submetidos a religiões fundamentalistas, entretanto, são reais a violência contra as mulheres em formas variadas, o controle dos nossos corpos e de nossa sexualidade e o impedimento de uma vida livre de estereótipos, da heteronormatividade sexual, da imposição de padrões de beleza, dentre outras tantas agressões.
Como se vê, ser mulher num país em que as ideologias patriarcais, religiosas e capitalista se interconectam e empregnam a consciência das pessoas e nas estruturas de um Estado que não é laico significa ser objeto.
Como muitas de nós cada vez menos aceitamos a condição de objeto, não nos calamos/calaremos diante de todos os tipos de opressão a que estamos submetidas.
Aproveito para veicular Moção de Repúdio da Marcha Mundial das Mulheres ao Estatuto do Nascituro.
A Marcha Mundial das Mulheres repudia com indignação o Projeto de Lei (PL 489/2007) de autoria dos Ex Deputados Luiz Bassuma (PV-BA) e Miguel Martini (PHS-MG), que propõe instituir o Estatuto do Nascituro. Este projeto foi aprovado na comissão de finanças no dia 05/06 através do substitutivo da deputada Solange Almeida do PMDB do RJ.
O PL passa a considerar sujeito pleno de direito o óvulo fecundado, ou seja, o organismo concebido e não nascido passa a ter mais direitos do que a mulher.
Tal projeto pretende ainda legalizar a violência sexual que as mulheres sofrem, principalmente o estupro, tornando inadmissível o aborto consequente desta violação e instituindo o pagamento de auxílio para sustentação do nascido até os 18 anos. O projeto institui a chamada “Bolsa Estupro”, como é conhecida pelos movimentos de mulheres, reforçando que a punição recairá sobre a própria mulher violentada. A bolsa deverá ser paga pelo agressor e, caso não o faça, o ônus recairá sobre o Estado.
O estupro é um crime hediondo. Através deste projeto, o estuprador passa a ser chamado de genitor, e a vítima é obrigada a se relacionar com o criminoso, já que ele deverá assumir a paternidade. Também vão perder o direito ao aborto legal as mulheres com risco de vida e as grávidas de fetos anencéfalos, uma recente conquista do movimento de feminista através do Supremo Tribunal de Justiça.
Afora a hipocrisia, o abrandamento e a naturalização do crime do estupro, e a violação de vários direitos das mulheres, se destaca a pretensão do legislador em querer determinar quando começa a vida, questão que nem a ciência ousou fazer. Ao analisar os dispositivos desta proposta, cai por terra o discurso de “proteção da vida”, pois não se vê nada além do que já tratam as legislações vigentes sobre direitos de personalidade, direito de saúde e direitos patrimoniais dos recém nascidos.
Caso aprovado este projeto, fica proibida ainda qualquer manifestação que trate do assunto aborto, cerceando o direito do debate, quesito fundamental para a democracia.
Assim, entendemos que a proposta do “Estatuto do nascituro” deve ser rechaçada, pois ela significa mais um dos ataques dos conservadores, machistas e opressores que:
- Condena as mulheres à submissão, mantendo-as expostas à violência;
- Reflete a omissão do legislativo diante do aborto como elemento de preservação da vida das mulheres e de garantia da autonomia;
- Golpeia a democracia, a igualdade e a justiça, atingindo bens e valores construídos historicamente.
O avanço rumo à aprovação do chamado “Estatuto do Nascituro” deve ser visto como ameaça aos direitos das mulheres. Nele, estão reunidas as pautas mais retrogradas e de submissão, ostentadas pelo patriarcado e pelas instituições que o perpetuam ao longo dos séculos: o controle sobre o corpo das mulheres, a institucionalização da violência sexual e o domínio sobre o destino e a vida das mulheres.
Ação 2010 da Marcha. Foto: Marcela Mattos.
A próxima votação será da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.
Precisamos enviar e-mails para os deputados(as) membros desta comissão, pedindo que se posicionem contrários ao Estatuto do Nascituro e que impeçam sua aprovação nesta Comissão.
Enviamos abaixo nome e endereços eletrônicos dos deputados(as). É importante que cheguem mensagem de todos os estados para estes deputados, e é preciso também pressionar os deputados em cada estado.
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC
A cor púrpura. Esse título de filme estava entre os que compõe a minha lista de filmes a serem vistos (que cada dia aumenta). Entre os tantos outros que tem circulado em meus pensamentos, havia momentaneamente esquecido. Hoje ao deixar meus olhos passearem naquela lojinha de dvd's acessíveis do Shoping Terceirão em busca de outro filme, reencontrei esse título nas lembranças, as letras e a cor me saltaram aos olhos.
A vontade de assistir filmes como outrora em minha infância/adolescência retornou com uma voracidade intrigante. Tudo bem, sei que deveria estar me dedicando mais a minha dissertação, mas não há como deixar a vida sem movimento. Como os movimentos revestidos da bandeira lilás da Marcha Mundial das Mulheres andam, por minha parte, em espera, resta-me encher-me, ainda mais, do movimento das emoções que a sétima arte é capaz de provocar em nós. Assim seja e assim está sendo. Entre as leituras para a dissertação, saltam histórias marcantes para lembrar-nos do essencial na vida.
O filme de Steven Spielberg, baseado no romance da escritora afro-americana Alice Walker, deixa, sobretudo, como aprendizado a necessidade da auto-valorização e da auto-estima. A protagonista, Celie (Whoopi Goldberg) depois de tantos sofrimentos decorrentes de uma vida sem amor, numa sociedade racista e patriarcal, e cheia de episódios de violência física, sexual, psicológica, com a ajuda de outras mulheres (Sofia-Oprah Winfrey-) mulher negra cansada de apanhar na vida; Shug Avery ( Margaret Avery), mulher negra que aproveitava a vida como cantora de blues, mas com um ar de tristeza por histórias do passado, conseguiu ganhar forças para mudar a sua condição de submissão e de opressão.
É um filme bastante interessante para trabalhar o tema do feminismo de uma forma emocionante.
Segue abaixo a sinopse e o link para assistir ao filme:
Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece. (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-2099/)
Após rever um documentário sobre Simone de Beauvoir(abaixo),
(Documentário de Virginie Linhart produzido por Zadig Productions com colaboração de Sofiber em comemoração a publicação do Livro "O segundo Sexo" de Beauvoir)
(...) encontrei o filme "Os Amantes do Café Flore: Simone de Beauvoir e Sartre."
O filme, que recomendo, trata da cinebiografia do casal, mostrando o início do relacionamento, o apoio mútuo no desenvolvimento da escrita de livros dos dois filósofos existencialistas, os amores contigentes de ambos e a tentaiva de se exercitar uma suposta liberdade em nome do ato de escrever.
Não é possível, de minha parte, saber ao certo se o filme foi fiel a biografia de Beauvoir e de Sartre. É possível, entretanto, perceber como a proposta de relacionamento diferente entre os dois provocou uma grande repercussão para o modo de vida e de relacionamentos da época.
Quanto aos meandros do tipo de relacionamento que se propuseram a ter e da tão falada " liberalização sexual" pretendo tratar em outra oportunidade, considerando aspectos atuais de uma sociedade pseudo-libertária em que ainda as mulheres são o segundo sexo.