Atenção!!!!
Seleção do Mestrado de Serviço Social- UFPB:
Inscrições: 1 a 14 de fevereiro de 2011.
Prova escrita: 21 de fevereiro de 2011.8h00-12h00
Prova de línguas estrangeiras: 22 de fevereiro de 2011. 14h- 17h00
Divulgação do resultado da prova escrita:23 de fevereiro de 2011. às 17h00
Entrevista: 24 e 25 de fevereiro de 2011. 8h00-12h00/ 14h00 às 17h00.
Resultado final: 28 de fevereiro de 2011.
Matrícula: 01 a 04 de março de 2011.
A poetisa registrou nos seus rascunhos: Está liberado o carpe-diem! Enquanto a liberdade não chega. Por Ângela Pereira.
Etiquetas
- Poesias... (166)
- Citações... (91)
- Música... (48)
- Pensamentos... (36)
- Crônicas... (32)
- Poesias feministas... (19)
- Cartas. Luta... (13)
- Economia Política- Trabalhos (11)
- Homenagens... (11)
- Filmes e documentários. (8)
- Notas (7)
- Prosas poéticas... (7)
- Frases... (6)
- Literatura - Comentários e citações... (5)
- Contos... (4)
- Ensaios... (4)
- Vídeos (4)
- Astrologia... (3)
- Crônicas.... (3)
- Lembrete... (3)
- Artigo (2)
- Haikais... (2)
- Livros... (2)
- Mestrado- Serviço Social (2)
- Resenhas (2)
- Teatro (2)
- Meus riscos... (1)
- Negritude... (1)
- Saúde (1)
- Tirinhas... (1)
jueves, 13 de enero de 2011
martes, 11 de enero de 2011
Eu te desejo ( Música de Flávia Wenceslau)
Esses são os meus desejos para as pessoas que amo e que são muito importantes para mim!
Escolhas no caminho da vida.
O meu caminho é longo.Nele encontro becos sem saída.
Encontro desníveis
Ladeiras...
Ribeiras...
Encontro terremotos
Vulcões...
Tufões...
Encontro mares abertos
Altas serras...
Lagos rasos...
Encontro pássaros
Sabiás( preferência)
Borboletas
Mariposas
Encontro poetas
Amantes
Cantantes
No longo caminho faço escolhas...
Porque a mim não interessa qualquer caminho
Quero os desafios: os mais dificéis, os mais arriscados
Quero os belos:os mais sensíveis , os mais simples, os mais sedutores
Quero a arte de viver na corda bamba da vida
Escolhendo entre saltar
E/ou me equilibrar num só pé.
Mas no final do caminho
Quero a sombra do coqueiro
Pessoas livres
A brisa do mar
Um violão a tocar
E um amor para amar...
Ângela Pereira
11 de janeiro de 2010.
Máquina de escrever...

Meu coração é uma máquina de escrever
As paixões passam
As canções ficam
Os poemas respiram nas prisões
Pra ler um verso, ouvir, escutar
Meu coração falar
Até se calar a pulsação
Meu coração é uma máquina de escrever
No papel da solidão
Meu coração é da era de Gutemberg
Meu coração se ergue
Meu coração
É uma impressão
Meu coração
Já era
Quando ainda não era a palavra emoção
Mas há palavras no meu coração
Letras e sons
Brinquedos e diversões
Que passem as paixões
Que fiquem as canções
Nos poemas, nos batimentos
Das teclas da máquina de escrever
Meu coração é uma máquina de escrever
Ilusões
Meu coração é uma máquina de escrever
É só você bater para entrar na história
Composição: Luiz Capucho e Mathilda Kóvak
jueves, 6 de enero de 2011
Quem É quem
martes, 4 de enero de 2011
SEJAMOS.

Sejamos como o rio que,
Quando ofendido
Desrespeita as margens e se insurge
Interrompendo estradas e engolindo pontes.
Sejamos como o frio que,
Quando aborrecido
Desce dos picos para fazer tremer
Os corajosos da poluição
Que ordenam máquinas;
Ofendem homens e mulheres
E invertem o segredo da paixão.
Sejamos como a terra
Que esconde terremotos e vulcões
Para usá-los inesperadamente
Mas, sejamos como gente!
Afáveis como o rio
Aconhegantes igual ao frio
Fértéis e solidários como a terra
Que decompõe e recompõe.
Formandoo berço das sementes
Sejamos: coração e reação.
Amáveis e insurportáveis
Pacientes e desobedientes
Sejamos: classe e colméia
Aliados e inimigos
Artistas e platéia
Afeto e castigo
No particular, sejamos eu!
No universal, sejamos nós!
Nos contratemos sejamos vós!
Ademar Bogo.
domingo, 19 de diciembre de 2010
Ser CONSULTA POPULAR

É reconhecer-se parte
Da construção histórica
Da classe trabalhadora
Que embora explorada e oprimida
Resiste e organiza-se.
É reconhecer-se povo!
Que sua cotidianamentePelo pão de cada dia
E com rebeldia
Canta o desejo de liberdade.
É reconhecer-se lutadora e lutador
De um povo diverso
Em raça e em cultura
É reconhecer-se portador
Da mensagem da luta
E organizador
agitador
E formador
de um projeto chamado
Revolução brasileira.
Ângela Pereira.
17 de dezembro de 2010.
Assembléia Estadual da Consulta Popular " Quebra quilos"- Paraíba.
A saudade

Onde mora o pecado,
Mora sempre a saudade
do amor proibido
que não continuou
Onde mora a virtude
Também mora a saudade
do amor impossível
do amor incompreendido,
do amor que está longe,
do amor que lhe falhou
ou do que feneceu.
Outro amor,
o ciúme
algo estranho
Uma coisa qualquer
cortou a felicidade
partiu os corações.
A saudade dorme em silêncio
Mas sempre desperta.
A recordação agente afasta quando quer.
A saudade é diferente
ela volta de manso
E agente não pode com ela.
Carlos Marighella
O perfume

Para cada mulher existe
sempre um perfume
Que agrada ao seu gosto
Ou o desejo que a inspira,
E que lhe é revelado pelo dom do instinto.
Cada mulher traz em si
Entranhado em seu corpo,
Um perfume
A cada espécie de amor
um perfume é mister
seja amor puro,
infiel
sacrossanto,
carnal.
Há uma busca eterna à mulher
E quem sabe essa busca
Se resume
Na procura de um quê
Algo estranho, insondável
Quem sabe um perfume...
Carlos Marighella.
jueves, 16 de diciembre de 2010
Elegia a uma pequena borboleta- Cecília Meireles

Como chegas do casulo
-inacabada seda viva!
tuas antenas- fios soltos
da trama de que eras tecida
e teus olhos, dois grãos da noite
de onde o teu mistério surgia
Como caíste sonbre o mundo
Inábil, na manhã tão clara
sem mãe, sem guia, sem conselho
e rolavas por uma escada
como papel penungem, poeira
com mais sonho e silêncio que asas
Minha mão tosca te agarrou
com uma dura, inocente culpa
E é cinza de lua teu corpo,
meus dedos, tua sepultura
Já desfeita e ainda palpitante
expiras sem noção nehuma
- Ó bordado do véu dia,
transparente anêmona aérea.
Não leves meu rosto contigo:
leva o pranto que te celebra
no olho precário em que te acabas
meu remorso ajoelhado leva!
Choro a tua forma violada
miraculosa, alva, divina
criatura de pólen, de aragem
diáfana pétala da vida!
Choro ter pesado em teu corpo
que no estame não pesaria.
Choro esta humana insuficiência:
- a confusão dos nossos olhos
- o selvagem peso do gesto
cegueira- ignorância-remotos
instintos súbitos- violências
que o sonho e graça prostam mortos
Pudesse à éteros paraísos
ascender teu leve fantasma
e meu coração penitente ser a rosa desabrochada
para servir-te meu e aroma
por toda a eternidade escrava!
E as lágrimas que por ti choro
fossem o orvalho desses campos
- os espelhos que refletissem
-vôo e silêncio- os teus encantos
com a ternura humilde e o remorso
dos meus desacertos humanos!
Cecília Meireles
Suscribirse a:
Entradas (Atom)