
A poetisa registrou nos seus rascunhos: Está liberado o carpe-diem! Enquanto a liberdade não chega. Por Ângela Pereira.
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domingo, 17 de octubre de 2010
Liras de Marília de Dirceu. Tomás Antônio Gonzaga

sábado, 16 de octubre de 2010
Calmaria...
lunes, 11 de octubre de 2010
A poesia antes da música.
Enalteci a luz do sol
Mas me voltei para a noite
Dei espaço ao acaso.
O tempo tranquilo pediu espaço
Então abri alas:
À poesia antes da música.
Ângela Pereira.
11 de outubro de 2010.
jueves, 7 de octubre de 2010
Sonho insolúvel.
O teu canto é turvo O teu sonho, insolúvel
Moldado por mãos
Um tanto volúveis...
O teu riso é fugaz
O teu sonho, insolúvel
Riscado em carvão
Pedra, papel,durável
O teu sonho insolúvel
Resiste aos ventos, às ondas, ao tempo
O teu sonho insolúvel
Em água mergulha
Decanta, mas resiste...
O teu sonho insolúvel
Parece invísivel e sem forma
Mas os que o carregam
Sabem o gosto que tem
O teu sonho insolúvel
Tem sabor de liberdade.
Ângela Pereira.
07 de outubro de 2010.
Viagem.
viernes, 24 de septiembre de 2010
Amo as mulheres ...

a que se rebela e luta com a palavra
e a voz desembainhadas,
a que se levanta de noite para ver se o filho chora,
a que luta inflamada nas montanhas,
a que trabalha mal-paga na cidade,
Vamos e que ninguém fique no caminho...
para que este amor tenha a força dos terremotos...
dos ciclones,dos furacões
e tudo que nos aprisionava
exploda convertido em lixo.
Gioconda Belli
martes, 21 de septiembre de 2010
Soem bem alto os sons de liberdade
domingo, 19 de septiembre de 2010
Enfrentemos nossos medos...
“Enfrentemos nossos medos, nossas mágoas, nossas fragilidades com a curiosidade e a leveza de uma criança. Submetamos nossa história a uma análise profunda e aí encontraremos forças para seguir em frente, superando as barreiras que nós mesmas e o mundo construímos no caminho”.
Ângela Pereira.
Sangue.
E esse sentimento de libertar-se...

O passáro preso numa gaiola. Debate-se. Debate-se, mais e mais.
O passáro preso numa gaiola. Cansa! Pára! Respira! Debate-se, mais e mais.
O passáro fica triste. Perde a beleza. Adoece. Encolhe-se no canto...
O passáro guarda em si desejos que em lampejos reaparecem.
O passáro deseja liberdade. Depois de debater-se, mesmo machucado, consegue um brecha e resolve voar.
O passáro voa alto e canta de manhã para os outros ouvirem:
O sentimento de se libertar.
Ângela Pereira.


