A poetisa registrou nos seus rascunhos: Está liberado o carpe-diem! Enquanto a liberdade não chega. Por Ângela Pereira.
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martes, 14 de septiembre de 2010
" E então, que quereis?"
Silêncio que respeita...
"Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais para nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocarmos
o coração das pessoas."
Cora Coralina.
Na vida de hoje, o exercício da solidariedade e da troca de sentimentos bons e verdadeiros não é de todas as pessoas. Pena. Se fosse com certeza teríamos um mundo melhor.
Fico me perguntando, o que faz uma pessoa negar um abraço, um carinho, um sentimento pelo menos fraterno que seja. Por que algumas pessoas são tao frias? Dizem não serem afetivas e não demonstram afeto?
São as muralhas que colocamos ao nosso redor, por não termos sabido viver e decifrar os nós do não amor do e pelo outro, da não atenção pelo outro e para com o outro, do não respeito do e pelo outro...
São as couraças, que impregnam o nosso corpo e dele se apropriam. Que o enrijecem e tornam a vida amarga, sem ou com pouco sentimento de afeto.
No fundo, acredito que guardam sim algum sentimento de afeto que lhes faz viver. Nem que seja pelo gatinho abandonado... Em algum momento, as pessoas param e o acariciam... e se não gostam de gatos... algum dia olham pra beleza de um dia de sol e tem vontade de abrir a janela.
Posso respeitar e até entender. Mas não aceito o não-amor! Quem sabe o exemplo pedagógico ajude.
Ângela Pereira.
14 de setembro de 2010.
lunes, 13 de septiembre de 2010
SABER VIVER
Ou longa demais para nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocarmos
o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe
Braço que envolve,
Palavra que conforta
Silêncio que respeita
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta
Nem longa demais
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
Enquanto durar.
Cora Coralina
Você tem me ensinado cada vez mais a viver.
Te amo!
sábado, 11 de septiembre de 2010
Desabafo!
(...)
Enquantos sujeitos que buscam a emancipação das pessoas e vidas livres de qualquer opressão, precisamos desde já exercitar não apenas no discurso como também na PRÁTICA, relações de camaradagem e solidárias entre as pessoas.
martes, 7 de septiembre de 2010
Na dura labuta de todos os dias...
Não deve ninguém que se preze
Descuidar dos prazeres da alma.
Oswald de Andrade.
Por isso retorno... Saudades das palavras.
domingo, 25 de julio de 2010
Ninguém nasce mulher! Torna-se mulher!

Quando a Mulher avança, nenhum homem retrocede!

07 de maio de 2010.
Assola estômagos
Esquenta os ânimos
Na Usina Pumaty, Zona da Mata Sul de Pernambuco cerca de 800 trabalhadores rurais se mobilizaram pelo pagamento de seus salários atrasados. Enquanto outros submeteram-se calados a redução salarial.
Dois meses de espera e a repetição do episódio fizeram os trabalhadores perderem a paciência. Como os três fechamentos da BR anteriores, em 2009, já não mais adiantaram, eles radicalizaram a ação. Munidos de foices, facões, pedras, porretes , material inflamável e sangue nos olhos atearam fogo em três caminhões e um trator
Quebraram o escritório central da Usina até terem seus salários pagos...
Às nove horas, o carro forte chega e provisoriamente acalma os ânimos. Vitória?
Hoje... Os trabalhadores que lideravan a mobilização foram demitidos...
E os demais estão convencidos de que se mobilizar é perigoso, mas os que se mobilizaram por certo entenderam que o caminho é a luta.
Então camaradas, quais os nossos desafios? Como canalizar as revoltas espontâneas ou não, econômicas e/ou políticas para um projeto de revolução brasileira? Como reaprendera lutar? E estimular trabalhadoras/trabalhadores a perderem a paciência?
O desafio está posto! O que faremos nós?
Somos mulheres
Valentes
Somos mulheres
Que amam e que sentem...
Sentem a dor da covárdia
Sentem a dor da opressão
Mesmo assim somos capazes
De lutar por emancipação
Mesmo quando o mundo
Nos obriga a dizer não.
Não para as correntes
Não para a escravidão
Não para o sistema
Que insiste em negar
Nossa existência e nos inferioriza
Que jamais se cansará,
De nos oprimir e explorar
Que nega a nossa existência
E a nossa capacidade de agir e pensar
Somos mulheres
Mulheres valentes,
Mulheres que pensam
Agem e sentem
Mulheres que lutam com dignidade
Mulheres lutando por liberdade!
Izaquiane- Movimento de Mulheres Camponesas (MMC- Roraima)
Vitória- ES.